Lixo Espacial

Os detritos provenientes dos objetos lançados pelo homem no espaço, que circulam ao redor da Terra a cerca de 28 000 quilômetros por hora, constituem o que se chama lixo espacial.

São estágios completos de foguetes, satélites desativados, tanques de combustível e fragmentos de apilrelhos que explodiram. Desde o lançamento do primeiro satélite artificial pelos soviéticos – o Sputinik – em 4 de outubro de 1957, cerca de 18 mil objetos foram colocados em órbita.

Até recentemente contavam-se 10 mil objetos de grande ou médio porte e outros 40 mil de pequenas dimensões. O mais preocupante é que apenas uns 7 mil são maiores do que 20 centímetros. Abaixo desse tamanho, eles se tornam praticamente invisíveis, pois não são percebidos nas telas dos radares. Até agora, a maior parte dos acidentes com naves, satélites ou astronautas foi provocada por fragmentos oriundos da atividade espacial pacífica. Mas com o início dos testes com armas anti-satélites e do programa Guerra nas Estrelas, dos Estados Unidos, o problema do lixo espacial vem se agravando de forma assustadora.

 

forec_40933U

 

O mapa acima mostra a possível localização da reentrada do lixo espacial LEMUR-2-CHRIS(40933U), previsto por modelagem de evolução orbital até que o satélite ou fragmento atinja a altura nominal de ruptura.

De acordo com a previsão, a reentrada do objeto ocorrerá Sábado, 08 Out 2016 as 08:16 UTC, acima das coordenadas mostradas no mapa.

 


Fonte:

http://www.satview.org/spacejunk.php?lang=br

http://super.abril.com.br/tecnologia/os-perigos-do-lixo-espacial

 

 

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