A Equipe Pato a Jato

A Pato a Jato é uma equipe de eficiência energética formada por acadêmicos dos cursos de engenharia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), câmpus Pato Branco. Foi fundada em 2009, sob a coordenação do professor Doutor Genaro Marcial Mamani Gilapa, e a orientação do Professor Msc. Marcio Tadayuki Nakaura. Atualmente, a equipe conta com dois protótipos, um movido à gasolina e outro a etanol, sob a coordenação do professor Doutor Luiz Carlos Martinelli Junior e do professor Doutor Bruno Bellini Medeiros.

Competições

A equipe foi criada, inicialmente, com o intuito de participar da Maratona Nacional de Eficiência Energética, começou a competir em 2010, tendo os primeiros resultados expressivos conquistados três competições depois, em 2013, com a terceira colocação na categoria etanol. Já em 2014obteve vice-campeonato nas categorias gasolina e etanol. Com isso foi convidada a participar da Shell Eco-marathon Américas em 2015, disputada em Detroit nos Estados Unidos, onde participaram universidades de vários países das Américas. A Pato a Jato sagrou-se vice-campeã das Américas na categoria de combustíveis alternativos usando etanol, obtendo o melhor resultado de uma equipe brasileira na história da competição. Em 2016 a equipe voltou a participar da Eco-marathon Américas, mas a equipe não conseguiu concluir o trajeto e por isso não teve uma média computada.

A importância

A importância da participação na equipe para os acadêmicos é envolver os estudantes no projeto e criação de um protótipo de eficiência energética, além da eficiência energética as inovações tecnológicas e os aspectos ecológicos, para que um dia possa ser empregadas nos veículos comuns. E também contribui para formação técnica, e desenvolve habilidades no trabalho em equipe, prazos e metas previamente estabelecidas.

Protótipos

2010

O primeiro protótipo da equipe foi batizado de E Daí. Utilizado para participar da Maratona Brasileira de Eficiência Energética na categoria Etanol, e com chassi de alumínio, atingiu a média de 82 km/l.





2011

Em 2011 a equipe participou da Maratona Brasileira de Eficiência Energética com dois protótipos, ambos construídos com aço 1020 e com carenagem de PVC. O protótipo movido a etanol obteve a média de 90 km/l e o protótipo movido à gasolina alcançou a média de 129 km/l.





2012

Em 2012 os protótipos foram construídos novamente de aço 1020 e carenagem de fibra de vidro, a novidade ficou por conta do protótipo a gasolina que contava com o sistema de direção tilting, onde a direção inclina o carro nas curvas. Neste ano os protótipos marcaram 124 Km/l com etanol e 139 km/l com gasolina.


2013

Em 2013 a equipe competiu na Maratona Brasileira de Eficiência Energética com o protótipo UTEFI, na categoria Etanol. Com seu chassi de Aço Carbono SAE 1020, e carenagem de fibra de vidro, o protótipo marcou a média de 108 km/l, ficando em terceiro lugar na competição.
Na categoria Gasolina a equipe competiu com o protótipo UTEco, construído em alumínio 5083 O, e com carenagem em fibra de vidro. O protótipo marcou a média de 139 km/l.

2014

Para Maratona Brasileira de Eficiência Energética de 2014 a equipe participou com o protótipo Popygua na categoria gasolina, com chassi construído em alumínio 5083 O e carenagem de fibra de vidro com perfil em gota. O protótipo tinha massa de 45 kg e alcançou a média de 309 km/l, ficando com segundo lugar na categoria.
Na categoria etanol a equipe participou com o protótipo Paranauê, com chassi construído em alumínio 5084 O e carenagem, também com perfil em gota, de fibra de vidro. Tinha a massa de 45kg e atingiu a média de 252 km/l, também conquistando o segundo lugar na categoria.

2015

Para edição da Shell Eco-Marathon Américas 2015, disputada em Detroit-EUA, a equipe utilizou o protótipo a Etanol e rebatizado de Popygua numa, a novidade do protótipo ficou por conta da injeção eletrônica programável. O veiculo alcançou a marca de 316 km/L, conquistando o segundo lugar na categoria combustíveis alternativos. Este foi, e continua sendo, o melhor resultado de uma equipe brasileira na competição.

2016

Em 2016 a equipe construiu um protótipo totalmente diferente dos anos anteriores, com estrutura monobloco de fibra carbono. Equipado com motor etanol, injeção eletrônica programável e pesando 39 kg. A equipe espera superar a marca de 400km/l em breve.