A Equipe Pato a Jato

A Pato a Jato é uma equipe de eficiência energética formada por acadêmicos dos cursos de engenharia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), câmpus Pato Branco. Foi fundada em 2009, sob a coordenação do professor Doutor Genaro Marcial Mamani Gilapa, e a orientação do Professor Msc. Marcio Tadayuki Nakaura. Atualmente, a equipe conta com dois protótipos, um movido à gasolina e outro a etanol, sob a coordenação do professor Doutor Luiz Carlos Martinelli Junior e do professor Doutor Bruno Bellini Medeiros.

Missão

Ter excelência no desenvolvimento e fabricação de protótipos de alta eficiência energética.

Visão

A Equipe Pato a Jato possui como missão capacitar uma nova geração de engenheiros, líderes em seus campos, capazes de representar a inovação educacional proeminente, com eficiência e ética de forma sustentável.

Valores

Respeito ao meio ambiente;

Responsabilidade social;

Ética e profissionalismo;

Transparência.

Inovação

A equipe trabalha para trazer inovação em tudo que faz. Dedica-se para tornar-se o meio pelo qual os parceiros e patrocinadores irão criar e desenvolver produtos e processos inovadores.

Cooperação

A equipe nunca poderia alcançar os resultados alcançados sem o apoio e colaboração de nossos parceiros. A nossa ambição é tornar-se o ponto de referência para a cooperação entre o mundo empresarial e as instituições de ensino italianos.

Prontos Para Ser Diferente

A Equipe Pato a Jato é um projeto diferenciado, inovador e único. Não apenas pela ideia que o projeto transmite, mas a equipe sempre busca algo a mais: uma nova maneira de perceber o crescimento educacional, pessoal e profissional.

Pode-se considerar que os integrantes da equipe além de acadêmicos, se tornam profissionais de laboratório de usinagem, soldagem, usinagem computadorizada e entre outros, que ao longo de sua graduação desenvolvem habilidades de compreensão, interpretação e potencial suficiente para serem os futuros engenheiros. Os acadêmicos vão se tornar não só os especialistas preparados tecnicamente, mas, da mesma forma se tornarão gestores que têm excelentes habilidades de comunicação, liderança e capacidade de trabalhar em grupo.

A experiência prática é, sem dúvida, um caminho de forma enriquecedora de aprendizagem complementar.

Portanto, nós da Pato a Jato acreditamos fortemente que "aprender fazendo" representa uma vantagem absoluta de que os integrantes da equipe possuem.

Com a equipe Pato a Jato os acadêmicos participantes tem a oportunidade de direcionar o currículo, escolhendo e personalizando as áreas de atuações e também as teses ou trabalhos de conclusão de curso. As teses, na realidade, são parte também da equipe! Trabalhos fundados a partir de acadêmicos que tem como visão ajudar a sociedade e também contribuir com o aperfeiçoamento de toda equipe.

Trabalhar arduamente é um grande “símbolo” para todo o nosso sucesso e motivação. Desejamos continuar melhorando e trabalhando a todo momento para exceder expectativas, a fim de criar sinergias que unam visões, missões e valores ao desempenho final, assim como as capacidades individuais de cada acadêmico.

Como consequência direta, não pode deixar de notar-se toda paixão, carinho e espírito de equipe de todo o time, que são valores fundamentais para um bom convívio e trabalho.

Competições

A equipe foi criada, inicialmente, com o intuito de participar da Maratona Nacional de Eficiência Energética, começou a competir em 2010, tendo os primeiros resultados expressivos conquistados três competições depois, em 2013, com a terceira colocação na categoria etanol. Já em 2014obteve vice-campeonato nas categorias gasolina e etanol. Com isso foi convidada a participar da Shell Eco-marathon Américas em 2015, disputada em Detroit nos Estados Unidos, onde participaram universidades de vários países das Américas. A Pato a Jato sagrou-se vice-campeã das Américas na categoria de combustíveis alternativos usando etanol, obtendo o melhor resultado de uma equipe brasileira na história da competição. Em 2016 a equipe voltou a participar da Eco-marathon Américas, mas a equipe não conseguiu concluir o trajeto e por isso não teve uma média computada.

A importância

A importância da participação na equipe para os acadêmicos é envolver os estudantes no projeto e criação de um protótipo de eficiência energética, além da eficiência energética as inovações tecnológicas e os aspectos ecológicos, para que um dia possa ser empregadas nos veículos comuns. E também contribui para formação técnica, e desenvolve habilidades no trabalho em equipe, prazos e metas previamente estabelecidas.

Protótipos

2010

O primeiro protótipo da equipe foi batizado de E Daí. Utilizado para participar da Maratona Brasileira de Eficiência Energética na categoria Etanol, e com chassi de alumínio, atingiu a média de 82 km/l.

2011

Em 2011 a equipe participou da Maratona Brasileira de Eficiência Energética com dois protótipos, ambos construídos com aço 1020 e com carenagem de PVC. O protótipo movido a etanol obteve a média de 90 km/l e o protótipo movido à gasolina alcançou a média de 129 km/l.

2012

Em 2012 os protótipos foram construídos novamente de aço 1020 e carenagem de fibra de vidro, a novidade ficou por conta do protótipo a gasolina que contava com o sistema de direção tilting, onde a direção inclina o carro nas curvas. Neste ano os protótipos marcaram 124 Km/l com etanol e 139 km/l com gasolina.

2013

Em 2013 a equipe competiu na Maratona Brasileira de Eficiência Energética com o protótipo UTEFI, na categoria Etanol. Com seu chassi de Aço Carbono SAE 1020, e carenagem de fibra de vidro, o protótipo marcou a média de 108 km/l, ficando em terceiro lugar na competição. Na categoria Gasolina a equipe competiu com o protótipo UTEco, construído em alumínio 5083 O, e com carenagem em fibra de vidro. O protótipo marcou a média de 139 km/l.

2014

Para Maratona Brasileira de Eficiência Energética de 2014 a equipe participou com o protótipo Popygua na categoria gasolina, com chassi construído em alumínio 5083 O e carenagem de fibra de vidro com perfil em gota. O protótipo tinha massa de 45 kg e alcançou a média de 309 km/l, ficando com segundo lugar na categoria. Na categoria etanol a equipe participou com o protótipo Paranauê, com chassi construído em alumínio 5084 O e carenagem, também com perfil em gota, de fibra de vidro. Tinha a massa de 45kg e atingiu a média de 252 km/l, também conquistando o segundo lugar na categoria.

2015

Para edição da Shell Eco-Marathon Américas 2015, disputada em Detroit-EUA, a equipe utilizou o protótipo a Etanol e rebatizado de Popygua numa, a novidade do protótipo ficou por conta da injeção eletrônica programável. O veiculo alcançou a marca de 316 km/L, conquistando o segundo lugar na categoria combustíveis alternativos. Este foi, e continua sendo, o melhor resultado de uma equipe brasileira na competição.

2016

Em 2016 a equipe construiu um protótipo totalmente diferente dos anos anteriores, com estrutura monobloco de fibra carbono. Equipado com motor etanol, injeção eletrônica programável e pesando 39 kg. A equipe espera superar a marca de 400km/l em breve.