{"id":326,"date":"2016-10-02T17:10:56","date_gmt":"2016-10-02T20:10:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=326"},"modified":"2016-10-03T17:17:32","modified_gmt":"2016-10-03T20:17:32","slug":"lixo-espacial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=326","title":{"rendered":"Lixo Espacial"},"content":{"rendered":"<p>Os detritos provenientes dos objetos lan\u00e7ados pelo homem no espa\u00e7o, que circulam ao redor da Terra a cerca de 28 000 quil\u00f4metros por hora, constituem o que se chama lixo espacial.<\/p>\n<p>S\u00e3o est\u00e1gios completos de foguetes, sat\u00e9lites desativados, tanques de combust\u00edvel e fragmentos de apilrelhos que explodiram. Desde o lan\u00e7amento do primeiro sat\u00e9lite artificial pelos sovi\u00e9ticos &#8211; o Sputinik &#8211; em 4 de outubro de 1957, cerca de 18 mil objetos foram colocados em \u00f3rbita.<\/p>\n<p>At\u00e9 recentemente contavam-se 10 mil objetos de grande ou m\u00e9dio porte e outros 40 mil de pequenas dimens\u00f5es. O mais preocupante \u00e9 que apenas uns 7 mil s\u00e3o maiores do que 20 cent\u00edmetros. Abaixo desse tamanho, eles se tornam praticamente invis\u00edveis, pois n\u00e3o s\u00e3o percebidos nas telas dos radares. At\u00e9 agora, a maior parte dos acidentes com naves, sat\u00e9lites ou astronautas foi provocada por fragmentos oriundos da atividade espacial pac\u00edfica. Mas com o in\u00edcio dos testes com armas anti-sat\u00e9lites e do programa Guerra nas Estrelas, dos Estados Unidos, o problema do lixo espacial vem se agravando de forma assustadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-327\" src=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/forec_40933U-300x206.jpg\" alt=\"forec_40933U\" width=\"412\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/forec_40933U-300x206.jpg 300w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/forec_40933U-600x412.jpg 600w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/forec_40933U.jpg 728w\" sizes=\"(max-width: 412px) 100vw, 412px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O mapa acima mostra a poss\u00edvel localiza\u00e7\u00e3o da reentrada do lixo espacial <b>LEMUR-2-CHRIS<\/b>(40933U), previsto por modelagem de evolu\u00e7\u00e3o orbital at\u00e9 que o sat\u00e9lite ou fragmento atinja a altura nominal de ruptura.<\/p>\n<p>De acordo com a previs\u00e3o, a reentrada do objeto ocorrer\u00e1 <b>S\u00e1bado, 08 Out 2016 as 08:16 UTC<\/b>, acima das coordenadas mostradas no mapa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p>http:\/\/www.satview.org\/spacejunk.php?lang=br<\/p>\n<p>http:\/\/super.abril.com.br\/tecnologia\/os-perigos-do-lixo-espacial<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os detritos provenientes dos objetos lan\u00e7ados pelo homem no espa\u00e7o, que circulam ao redor da Terra a cerca de 28 000 quil\u00f4metros por hora, constituem o que se chama lixo espacial. 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Mas com o in\u00edcio dos testes com armas anti-sat\u00e9lites e do programa Guerra nas Estrelas, dos Estados Unidos, o problema do lixo espacial vem se agravando de forma assustadora. &nbsp; &nbsp; O mapa acima mostra a poss\u00edvel localiza\u00e7\u00e3o da reentrada do lixo espacial LEMUR-2-CHRIS(40933U), previsto por modelagem de evolu\u00e7\u00e3o orbital at\u00e9 que o sat\u00e9lite ou fragmento atinja a altura nominal de ruptura. De acordo com a previs\u00e3o, a reentrada do objeto ocorrer\u00e1 S\u00e1bado, 08 Out 2016 as 08:16 UTC, acima das coordenadas mostradas no mapa. &nbsp; Fonte: http:\/\/www.satview.org\/spacejunk.php?lang=br http:\/\/super.abril.com.br\/tecnologia\/os-perigos-do-lixo-espacial &nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":328,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"coauthors":[],"class_list":["post-326","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Lixo Espacial - GEAstro<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=326\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Lixo Espacial - GEAstro\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Os detritos provenientes dos objetos lan\u00e7ados pelo homem no espa\u00e7o, que circulam ao redor da Terra a cerca de 28 000 quil\u00f4metros por hora, constituem o que se chama lixo espacial. 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