{"id":341,"date":"2016-10-13T17:26:56","date_gmt":"2016-10-13T20:26:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=341"},"modified":"2016-10-13T17:28:06","modified_gmt":"2016-10-13T20:28:06","slug":"sputnik-1-o-primeiro-da-era-espacial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=341","title":{"rendered":"Sputnik 1, o primeiro da era espacial"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-335\" src=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01.jpg\" alt=\"Sputnik_01\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01.jpg 1024w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01-600x338.jpg 600w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik_01-678x381.jpg 678w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><br \/>\nAhhhhh a doce maravilha das telecomunica\u00e7\u00f5es, conversar com algu\u00e9m que mora do outro lado do mundo, nunca mais se perder em uma estrada, assistir ao lan\u00e7amento simult\u00e2neo de um filme em qualquer local do planeta. Estes s\u00e3o alguns dos benef\u00edcios da utiliza\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites artificiais, contudo, nem sempre foi assim para n\u00f3s. A hist\u00f3ria da utiliza\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites artificiais \u00e9 bem recente, teve in\u00edcio em 1957, mais precisamente \u00e0s 22:28 hs do dia 04 de outubro, quando a R\u00fassia (at\u00e9 ent\u00e3o era U.R.S.S.) lan\u00e7ou o primeiro sat\u00e9lite artificial da humanidade, o SPUTNIK 1.<\/p>\n<figure id=\"attachment_340\" aria-describedby=\"caption-attachment-340\" style=\"width: 973px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-340\" src=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik-1.jpg\" alt=\"R\u00e9plica do Sputnik 1 exibida no Cosmonautics Space Museum Moscow\" width=\"973\" height=\"868\" srcset=\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik-1.jpg 973w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik-1-600x535.jpg 600w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik-1-300x268.jpg 300w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Sputnik-1-768x685.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 973px) 100vw, 973px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-340\" class=\"wp-caption-text\">R\u00e9plica do Sputnik 1 exibida no Cosmonautics Space Museum Moscow<\/figcaption><\/figure>\n<p>Lan\u00e7ado pelo foguete modelo R-7, o Sputnik 1 foi o primeiro lan\u00e7amento oficial do programa Sputnik que era voltado para o desenvolvimento aeroespacial da antiga U.R.S.S. Era formado por um par de semiesferas ligadas uma \u00e0 outra por 36 parafusos, constituindo uma massa total de 83,6 KG. O interior do sat\u00e9lite era pressurizado com nitrog\u00eanio, e alocava um emissor de r\u00e1dio com frequ\u00eancia de 20 a 40 Mhz, que emitiam um sinal de \u201cbeeep\u201d captado por qualquer receptor de r\u00e1dio amador na Terra, durante os 22 dias em que se manteve operante.<br \/>\nCom o estudo desses sinais foi poss\u00edvel identificar as mais altas camadas da atmosfera, ajudando a compreender a distribui\u00e7\u00e3o de sinais de r\u00e1dio na ionosfera. Ap\u00f3s tr\u00eas meses em orbita e quase 60 milh\u00f5es de quil\u00f4metros viajados, o sat\u00e9lite retornou para casa queimando na atmosfera em 4 de Janeiro de 1958.<\/p>\n<figure id=\"attachment_344\" aria-describedby=\"caption-attachment-344\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-344\" src=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/S_Antipodal.jpg\" alt=\"Mensura\u00e7\u00e3o dos sinais emitidos pelo Sputnik 1, captados pela base de pesquisas Russa, na Antartida\" width=\"450\" height=\"229\" srcset=\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/S_Antipodal.jpg 450w, https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/S_Antipodal-300x153.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-344\" class=\"wp-caption-text\">Mensura\u00e7\u00e3o dos sinais emitidos pelo Sputnik 1, captados pela base de pesquisas Russa, na Antartida<\/figcaption><\/figure>\n<p>O sucesso da miss\u00e3o Sputnik foi t\u00e3o grande que repercutiu mundialmente, criando um mal estar nas estruturas pol\u00edticas norte-americanas (devido \u00e0s tens\u00f5es da guerra fria) o que culminou na corrida espacial, em por consequ\u00eancia a chegada da miss\u00e3o Apolo \u00e0 lua.<br \/>\nSem d\u00favida o Sputnik 1 ser\u00e1 sempre lembrado como um marco na hist\u00f3ria da humanidade, o momento em que a inventividade e engenhosidade humana, superaram os limites da Terra, abrindo uma colossal fronteira de pesquisas cientificas, iniciando assim a era espacial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ahhhhh a doce maravilha das telecomunica\u00e7\u00f5es, conversar com algu\u00e9m que mora do outro lado do mundo, nunca mais se perder em uma estrada, assistir ao lan\u00e7amento simult\u00e2neo de um filme em qualquer local do planeta. 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O interior do sat\u00e9lite era pressurizado com nitrog\u00eanio, e alocava um emissor de r\u00e1dio com frequ\u00eancia de 20 a 40 Mhz, que emitiam um sinal de \u201cbeeep\u201d captado por qualquer receptor de r\u00e1dio amador na Terra, durante os 22 dias em que se manteve operante. Com o estudo desses sinais foi poss\u00edvel identificar as mais altas camadas da atmosfera, ajudando a compreender a distribui\u00e7\u00e3o de sinais de r\u00e1dio na ionosfera. Ap\u00f3s tr\u00eas meses em orbita e quase 60 milh\u00f5es de quil\u00f4metros viajados, o sat\u00e9lite retornou para casa queimando na atmosfera em 4 de Janeiro de 1958. O sucesso da miss\u00e3o Sputnik foi t\u00e3o grande que repercutiu mundialmente, criando um mal estar nas estruturas pol\u00edticas norte-americanas (devido \u00e0s tens\u00f5es da guerra fria) o que culminou na corrida espacial, em por consequ\u00eancia a chegada da miss\u00e3o Apolo \u00e0 lua. 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O interior do sat\u00e9lite era pressurizado com nitrog\u00eanio, e alocava um emissor de r\u00e1dio com frequ\u00eancia de 20 a 40 Mhz, que emitiam um sinal de \u201cbeeep\u201d captado por qualquer receptor de r\u00e1dio amador na Terra, durante os 22 dias em que se manteve operante. Com o estudo desses sinais foi poss\u00edvel identificar as mais altas camadas da atmosfera, ajudando a compreender a distribui\u00e7\u00e3o de sinais de r\u00e1dio na ionosfera. Ap\u00f3s tr\u00eas meses em orbita e quase 60 milh\u00f5es de quil\u00f4metros viajados, o sat\u00e9lite retornou para casa queimando na atmosfera em 4 de Janeiro de 1958. O sucesso da miss\u00e3o Sputnik foi t\u00e3o grande que repercutiu mundialmente, criando um mal estar nas estruturas pol\u00edticas norte-americanas (devido \u00e0s tens\u00f5es da guerra fria) o que culminou na corrida espacial, em por consequ\u00eancia a chegada da miss\u00e3o Apolo \u00e0 lua. 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