{"id":428,"date":"2016-11-15T18:30:27","date_gmt":"2016-11-15T20:30:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428"},"modified":"2016-11-15T18:30:27","modified_gmt":"2016-11-15T20:30:27","slug":"velocidade-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428","title":{"rendered":"Velocidade no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">Ao contr\u00e1rio dist\u00e2ncias terrestres comumente observadas e percorridas pelos seres humanos no planeta Terra, as dist\u00e2ncias no espa\u00e7o, seja entre planetas ou estrelas, s\u00e3o t\u00e3o grandes que praticamente s\u00e3o imensur\u00e1veis na imagina\u00e7\u00e3o humana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">Para quebrar a barreira da dist\u00e2ncia as novas tecnologias de sondas espaciais devem ser desenvolvidas no intuito de otimizar a velocidade desses objetos, ou seja, faze-los percorrer uma maior \u00e1rea em um tempo menor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">As sondas mais velozes e que est\u00e3o em viagem pelo espa\u00e7o s\u00e3o as sondas Voyager 1, Voyager 2 e New Horizons possuindo suas velocidades m\u00e1ximas de 17 Km\/s, 15 Km\/s e 21 Km\/s respectivamente. As tr\u00eas naves espaciais possuem algumas caracter\u00edsticas em comum, sendo o fato de ambas terem a sua energia interna gerada por elementos radioativos atrav\u00e9s de pequenos reatores nucleares, al\u00e9m de que ambas utilizaram o aux\u00edlio gravitacional de J\u00fapiter para aumenta as suas velocidades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">Por mais que a sonda New Horizons se locomova a uma velocidade 10 vezes maior que a velocidade de uma bala, seja capaz de realizar uma viagem entre as cidades de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro em um tempo de cerca de 20 segundos e seja capaz de realizar a viagem a Lua que a miss\u00e3o Apollo em 1969 demorou cerce de tr\u00eas dias em apenas 9 horas, ou seja, 8 vezes mais r\u00e1pido. N\u00e3o pode-se considerar a velocidade da sonda New Horizons como adequada para viagens interestelares, pois apesar de demorar apenas cerca de 9 anos e meio para chegar em Plut\u00e3o, esta sonda demoraria cerca de 80000 anos para alcan\u00e7ar a estrela mais pr\u00f3xima \u00e0 Terra, pr\u00f3xima Centauri, localizada a 4,2 anos-luz. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">Entretanto comparando com a velocidade dos primeiros objetos lan\u00e7ados ao espa\u00e7o pelos seres humanos, pode-se dizer que a sonda New Horizons demonstra e enorme evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das sondas espaciais, conforme as pesquisas e os investimentos aumentem nesta \u00e1rea ser\u00e1 cada vez mais alcan\u00e7adas velocidades maiores e o sonho de uma viagem interestelar estar\u00e1 mais palp\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;font-family: Calibri\">Refer\u00eancias<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.showmetech.com.br\/15-curiosidades-sobre-missao-new-horizons-plutao\/\"><span style=\"color: #0563c1;font-family: Calibri\">http:\/\/www.showmetech.com.br\/15-curiosidades-sobre-missao-new-horizons-plutao\/<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Programa_Voyager#cite_note-6\"><span style=\"color: #0563c1;font-family: Calibri\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Programa_Voyager#cite_note-6<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons\"><span style=\"color: #0563c1;font-family: Calibri\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao contr\u00e1rio dist\u00e2ncias terrestres comumente observadas e percorridas pelos seres humanos no planeta Terra, as dist\u00e2ncias no espa\u00e7o, seja entre planetas ou estrelas, s\u00e3o t\u00e3o grandes que praticamente s\u00e3o imensur\u00e1veis na imagina\u00e7\u00e3o humana. Para quebrar a barreira da dist\u00e2ncia as novas tecnologias de sondas espaciais devem ser desenvolvidas no intuito de otimizar a velocidade desses objetos, ou seja, faze-los percorrer uma maior \u00e1rea em um tempo menor. As sondas mais velozes e que est\u00e3o em viagem pelo espa\u00e7o s\u00e3o as sondas Voyager 1, Voyager 2 e New Horizons possuindo suas velocidades m\u00e1ximas de 17 Km\/s, 15 Km\/s e 21 Km\/s respectivamente. As tr\u00eas naves espaciais possuem algumas caracter\u00edsticas em comum, sendo o fato de ambas terem a sua energia interna gerada por elementos radioativos atrav\u00e9s de pequenos reatores nucleares, al\u00e9m de que ambas utilizaram o aux\u00edlio gravitacional de J\u00fapiter para aumenta as suas velocidades. Por mais que a sonda New Horizons se locomova a uma velocidade 10 vezes maior que a velocidade de uma bala, seja capaz de realizar uma viagem entre as cidades de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro em um tempo de cerca de 20 segundos e seja capaz de realizar a viagem a Lua que a miss\u00e3o Apollo em 1969 demorou cerce de tr\u00eas dias em apenas 9 horas, ou seja, 8 vezes mais r\u00e1pido. N\u00e3o pode-se considerar a velocidade da sonda New Horizons como adequada para viagens interestelares, pois apesar de demorar apenas cerca de 9 anos e meio para chegar em Plut\u00e3o, esta sonda demoraria cerca de 80000 anos para alcan\u00e7ar a estrela mais pr\u00f3xima \u00e0 Terra, pr\u00f3xima Centauri, localizada a 4,2 anos-luz. Entretanto comparando com a velocidade dos primeiros objetos lan\u00e7ados ao espa\u00e7o pelos seres humanos, pode-se dizer que a sonda New Horizons demonstra e enorme evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das sondas espaciais, conforme as pesquisas e os investimentos aumentem nesta \u00e1rea ser\u00e1 cada vez mais alcan\u00e7adas velocidades maiores e o sonho de uma viagem interestelar estar\u00e1 mais palp\u00e1vel. \u00a0 Refer\u00eancias http:\/\/www.showmetech.com.br\/15-curiosidades-sobre-missao-new-horizons-plutao\/ https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Programa_Voyager#cite_note-6 https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":429,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[27],"coauthors":[],"class_list":["post-428","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","tag-tecnologia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ao contr\u00e1rio dist\u00e2ncias terrestres comumente observadas e percorridas pelos seres humanos no planeta Terra, as dist\u00e2ncias no espa\u00e7o, seja entre planetas ou estrelas, s\u00e3o t\u00e3o grandes que praticamente s\u00e3o imensur\u00e1veis na imagina\u00e7\u00e3o humana. Para quebrar a barreira da dist\u00e2ncia as novas tecnologias de sondas espaciais devem ser desenvolvidas no intuito de otimizar a velocidade desses objetos, ou seja, faze-los percorrer uma maior \u00e1rea em um tempo menor. As sondas mais velozes e que est\u00e3o em viagem pelo espa\u00e7o s\u00e3o as sondas Voyager 1, Voyager 2 e New Horizons possuindo suas velocidades m\u00e1ximas de 17 Km\/s, 15 Km\/s e 21 Km\/s respectivamente. As tr\u00eas naves espaciais possuem algumas caracter\u00edsticas em comum, sendo o fato de ambas terem a sua energia interna gerada por elementos radioativos atrav\u00e9s de pequenos reatores nucleares, al\u00e9m de que ambas utilizaram o aux\u00edlio gravitacional de J\u00fapiter para aumenta as suas velocidades. Por mais que a sonda New Horizons se locomova a uma velocidade 10 vezes maior que a velocidade de uma bala, seja capaz de realizar uma viagem entre as cidades de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro em um tempo de cerca de 20 segundos e seja capaz de realizar a viagem a Lua que a miss\u00e3o Apollo em 1969 demorou cerce de tr\u00eas dias em apenas 9 horas, ou seja, 8 vezes mais r\u00e1pido. N\u00e3o pode-se considerar a velocidade da sonda New Horizons como adequada para viagens interestelares, pois apesar de demorar apenas cerca de 9 anos e meio para chegar em Plut\u00e3o, esta sonda demoraria cerca de 80000 anos para alcan\u00e7ar a estrela mais pr\u00f3xima \u00e0 Terra, pr\u00f3xima Centauri, localizada a 4,2 anos-luz. Entretanto comparando com a velocidade dos primeiros objetos lan\u00e7ados ao espa\u00e7o pelos seres humanos, pode-se dizer que a sonda New Horizons demonstra e enorme evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das sondas espaciais, conforme as pesquisas e os investimentos aumentem nesta \u00e1rea ser\u00e1 cada vez mais alcan\u00e7adas velocidades maiores e o sonho de uma viagem interestelar estar\u00e1 mais palp\u00e1vel. \u00a0 Refer\u00eancias http:\/\/www.showmetech.com.br\/15-curiosidades-sobre-missao-new-horizons-plutao\/ https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Programa_Voyager#cite_note-6 https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"GEAstro\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-11-15T20:30:27+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"960\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"GEAstro\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"GEAstro\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"2 minutos\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label3\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data3\" content=\"GEAstro\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428\",\"url\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428\",\"name\":\"Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg\",\"datePublished\":\"2016-11-15T20:30:27+00:00\",\"dateModified\":\"2016-11-15T20:30:27+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/60dd612ad51bfe402cefe79344d73c59\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg\",\"width\":1200,\"height\":960},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Velocidade no espa\u00e7o\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/\",\"name\":\"GEAstro\",\"description\":\"Grupo de Estudos, pesquisa, extens\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o em Astronomia\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/60dd612ad51bfe402cefe79344d73c59\",\"name\":\"GEAstro\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/image\/5b67d859b30226f8c76525a49340f75c\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/63354a4725e4d8a703c97d457c83f3bf?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/63354a4725e4d8a703c97d457c83f3bf?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"GEAstro\"},\"url\":\"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro?author_name\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro","og_description":"Ao contr\u00e1rio dist\u00e2ncias terrestres comumente observadas e percorridas pelos seres humanos no planeta Terra, as dist\u00e2ncias no espa\u00e7o, seja entre planetas ou estrelas, s\u00e3o t\u00e3o grandes que praticamente s\u00e3o imensur\u00e1veis na imagina\u00e7\u00e3o humana. Para quebrar a barreira da dist\u00e2ncia as novas tecnologias de sondas espaciais devem ser desenvolvidas no intuito de otimizar a velocidade desses objetos, ou seja, faze-los percorrer uma maior \u00e1rea em um tempo menor. As sondas mais velozes e que est\u00e3o em viagem pelo espa\u00e7o s\u00e3o as sondas Voyager 1, Voyager 2 e New Horizons possuindo suas velocidades m\u00e1ximas de 17 Km\/s, 15 Km\/s e 21 Km\/s respectivamente. As tr\u00eas naves espaciais possuem algumas caracter\u00edsticas em comum, sendo o fato de ambas terem a sua energia interna gerada por elementos radioativos atrav\u00e9s de pequenos reatores nucleares, al\u00e9m de que ambas utilizaram o aux\u00edlio gravitacional de J\u00fapiter para aumenta as suas velocidades. Por mais que a sonda New Horizons se locomova a uma velocidade 10 vezes maior que a velocidade de uma bala, seja capaz de realizar uma viagem entre as cidades de S\u00e3o Paulo e do Rio de Janeiro em um tempo de cerca de 20 segundos e seja capaz de realizar a viagem a Lua que a miss\u00e3o Apollo em 1969 demorou cerce de tr\u00eas dias em apenas 9 horas, ou seja, 8 vezes mais r\u00e1pido. N\u00e3o pode-se considerar a velocidade da sonda New Horizons como adequada para viagens interestelares, pois apesar de demorar apenas cerca de 9 anos e meio para chegar em Plut\u00e3o, esta sonda demoraria cerca de 80000 anos para alcan\u00e7ar a estrela mais pr\u00f3xima \u00e0 Terra, pr\u00f3xima Centauri, localizada a 4,2 anos-luz. Entretanto comparando com a velocidade dos primeiros objetos lan\u00e7ados ao espa\u00e7o pelos seres humanos, pode-se dizer que a sonda New Horizons demonstra e enorme evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das sondas espaciais, conforme as pesquisas e os investimentos aumentem nesta \u00e1rea ser\u00e1 cada vez mais alcan\u00e7adas velocidades maiores e o sonho de uma viagem interestelar estar\u00e1 mais palp\u00e1vel. \u00a0 Refer\u00eancias http:\/\/www.showmetech.com.br\/15-curiosidades-sobre-missao-new-horizons-plutao\/ https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Programa_Voyager#cite_note-6 https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons","og_url":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428","og_site_name":"GEAstro","article_published_time":"2016-11-15T20:30:27+00:00","og_image":[{"width":1200,"height":960,"url":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"GEAstro","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"GEAstro","Est. tempo de leitura":"2 minutos","Written by":"GEAstro"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428","url":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428","name":"Velocidade no espa\u00e7o - GEAstro","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage"},"image":{"@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg","datePublished":"2016-11-15T20:30:27+00:00","dateModified":"2016-11-15T20:30:27+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/60dd612ad51bfe402cefe79344d73c59"},"breadcrumb":{"@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#primaryimage","url":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg","width":1200,"height":960},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"http:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?p=428#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Velocidade no espa\u00e7o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#website","url":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/","name":"GEAstro","description":"Grupo de Estudos, pesquisa, extens\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o em Astronomia","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/60dd612ad51bfe402cefe79344d73c59","name":"GEAstro","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/#\/schema\/person\/image\/5b67d859b30226f8c76525a49340f75c","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/63354a4725e4d8a703c97d457c83f3bf?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/63354a4725e4d8a703c97d457c83f3bf?s=96&d=mm&r=g","caption":"GEAstro"},"url":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro?author_name"}]}},"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/new_horizons.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/428"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=428"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/428\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":431,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/428\/revisions\/431"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/429"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=428"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=428"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=428"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pb.utfpr.edu.br\/geastro\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcoauthors&post=428"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}